terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Meninos e Meninas: Sensível diferença

meninos e meninas
 
As diferenças entre os sexos vão muito além de características físicas e hormonais. Homens e mulheres têm habilidades diferentes e específicas, assim como diferente desenvolvimento emocional.
 
Nesta semana, vou me dedicar a escrever um pouco sobre essas diferenças entre os sexos, assim, quem sabe, poderemos começar a entender um pouco mais as nossas crianças e suas exclusivas experiências.
 
Carrinhos ou Bonecas?
Socialmente falando, todos supõem que meninas brincam de boneca e meninos de carrinho.  Tem sido assim há tanto tempo que nem tinha parado para pensar como (ou aonde) tudo isso começou. O gosto por bonecas e carrinhos são preferências ou uma cultura herdada? A pergunta vem sendo respondida há pouco tempo pela neurociência, através do mapeamento do cérebro.
 
O que diz a Neurociência
Pesquisas feitas em Universidades Canadenses pelos neuropediatras apontam diferenças fisiológicas e funcionais entre os cérebros do homem e da mulher. Essas diferenças são manifestadas em comportamentos, preferências e interesses de cada um.
 
Por que as mulheres falam tanto?
Na mulher, as funções cerebrais associadas ao relacionamento e à comunicação são mais desenvolvidas (descobrimos porque falamos tanto). Por isso que as meninas têm preferências por atividades em que o relacionamento está presente, como brincar de boneca, casinha ou em grupo.
 
Homens gostam de carros
No homem as funções cerebrais ligadas à lógica são mais desenvolvidas. Isso explica porque os meninos se entretêm tão bem com brinquedos de montar, adoram tirar as rodas dos carrinhos, montar e desmontar objetos para ver o que existe dentro deles. Os garotos tendem a ser mais individualistas e competitivos que as meninas.
 
Enquanto as mulheres definitivamente já nasceram para “discutir a relação”, os homens preferem assistir ao jogo de futebol.
 
Estimulando corretamente
É de suma importância que os pais tenham em mente essas diferenças, pois meninos e meninas precisam ser estimulados da maneira correta para que as suas habilidades possam ser desenvolvidas. 
 
É claro que existem exceções e, podemos ver meninas extremamente individualistas e competitivas e meninos falantes e socialmente bem relacionados. Porém, não estou me referindo a essa minoria, que por sinal deve ser estimulada de acordo com as características manifestadas. 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Beije seus filhos antes de dormir

Foto by Lila Rosana
Foto by Lila Rosana
 
Valorizamos mais o que acreditamos que perderemos
 
Você conhece bem a cidade em que vive? Já visitou todos os lugares turísticos ou já experimentou todas as comidas típicas? Provavelmente não, certo?
 
Eu vivi onze anos na ensolarada Fortaleza e nunca conheci um dos lugares mais famosos do Ceará, a bonita Jericoacoara. Sempre achei que um dia eu iria até lá e, com isso fui adiando a viagem. Hoje moro a milhares de quilômetros de distância dela.
 
Já perceberam que quando estamos de férias, visitamos quase toda a cidade em apenas uns poucos dias? Por que será? Penso que a certeza de que temos pouco tempo naquele lugar, nos faz viver mais intensamente cada momento nele.
 
Bem, o artigo de hoje não é sobre turismo ou algo parecido, mas uso o texto acima como link para o tema da postagem.
 
Sobre os nossos filhos
 
Todos os dias estamos com os nossos filhos e, metaforicamente falando, eles são como as cidades em que moramos e deixamos de explorar.  Se pararmos para analisar vamos encontrar inúmeras coisas que deixamos de fazer com eles por acreditarmos que teremos tempo amanhã ou depois. Todos nós sabemos que a nossa única certeza é a nossa impermanência nesse mundo, mas vivemos como se ela não existisse.
 
Relato de uma Mãe
 
Certa vez conversando com a mãe de um adolescente, ela me relatou que frequentemente tinham brigas por motivos diversos. Ficavam até dias sem se falar. Pequenas coisas que o jovem fazia a irritava profundamente. Ela não gostava das músicas que ele escutava, das roupas que vestia e nem dos amigos que ele tinha. Tudo era motivo para desavença. Tristemente, ela perdeu o filho, na época com 16 anos, em um acidente de carro. “Como muita coisa poderia ter sido resolvida de uma maneira mais saudável, como eu poderia ter dedicado mais tempo para entender o mundo dele, quantos abraços e beijos eu deixei de dar no meu menino...” – lamentava a mãe com lágrimas nos olhos e o coração aos pedaços.
 
Você já deu um beijo ou abraço em seus filhos hoje? Não? O que está esperando? Beije e abrace seus filhos antes de dormir (ou a qualquer hora do dia, é claro!), pois você nunca sabe que dia terá amanhã.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Nossas crianças ou nossos Smartphones?

fone

 
Esta semana presenciei uma cena que me fez pensar sobre o lugar da tecnologia na família, seus perigos e benefícios. A cena foi de um pai e sua filha (cerca de 13 anos), desfrutando de um almoço. O pai passou toda a refeição com o seu smartphone, ele fazia telefonemas e jogava. A menina, que não tinha um smartphone (pelo menos se tinha um, não o estava usando naquele momento), parecia sombria, seus olhos estavam vazios e com um tom de raiva. Entre as rodadas de jogos e conversas, quando o pai decidiu se dirigir a sua filha, ela não fez nenhum contato visual com ele e mal falava. Confesso que a cena partiu meu coração.
 
Geração de orfãos
 
Penso que não somos apenas nós, os pais que corremos o risco de perdemos os nossos filhos para a tecnologia; nossas crianças também tendem a perder seus pais pela mesma razão. Eu me pergunto, será que estamos criando uma geração de órfãos, crianças cujos cuidadores desapareceram em uma pequena caixa preta?
 
Filhos precisam de atenção e contato 
 
O amor é atenção. Atenção é o amor. As crianças se sentem amadas quando passamos o tempo com elas e doamos a nossa presença. Nós precisamos começar a prestar atenção às mensagens que estamos enviando para os nossos filhos quando frequentemente desviamos o olhar delas para as nossas telas. É claro que temos coisas a fazer e não podemos ter 100% do nosso tempo dedicado para as nossas amadas “crias”, sem falar que as crianças precisam de tempo sem os pais também. No entanto, quando passamos o tempo interagindo com a tecnologia ao invés da companhia de nossos filhos, estamos enviando alguns sinais que merecem atenção. Vamos olhar para eles?
 
Fique atento aos sinais
 - Primeiro, estamos dizendo: Eu estou mais interessado no que está acontecendo neste jogo do que em você.
 
 - Segundo, nós estamos dizendo que os jogos virtuais ou as nossas mensagens de texto, são uma valiosa forma de gastar o nosso tempo neste planeta.
 
 - Terceiro (e mais perigoso), quando escolhemos nossos dispositivos ao invés de nossos filhos (que é como uma mente jovem entende esse nosso comportamento), estamos dizendo que vocês, filhos, não são tão importantes.
 
Bem, se o seu smartphone ou o seu computador de última geração vem sendo o seu motivo de atenção nas suas horas vagas, então entenda que as suas crianças irão fazer o mesmo e acabarão obsessivamente jogando ou usando demasiadamente a tecnologia ao invés das relações; isso não só porque eles foram ensinados que esta é uma valiosa forma de passar o seu tempo, mas, às vezes, porque não confiarão que alguém irá querer prestar atenção neles.
 
O impacto da tecnologia nas relações familiares
 
Não estou aqui questionando a importância e função da tecnologia em nossas vidas, ate mesmo porque sei que hoje em dia seria difícil viver sem ela, no entanto, devemos estar conscientes como a estamos utilizando e se ela não vem sendo um fator impedidor de estarmos desfrutando a boa companhia de nossos filhos. Não podemos esquecer de que a nossa presença com qualidade é um dos maiores presentes que podemos oferecer aos nossos filhos. Isso é amor, uma forte demostração de amor.
 
Em determinadas idades, as crianças ainda não são capazes de perceber que somos nós, os pais, que estamos em falta para com elas, e interpretam esta experiência como a sua própria falha. O que eles entendem é que eles não são dignos de nosso amor, não são importantes o suficiente para nós e não são dignos de nossa atenção. E, de fato, estamos ensinando nossos filhos que ler as nossas mensagens de texto ou jogarmos, é melhor do que estarmos com eles.
 
Nós pais, somos premiados com o profundo poder de mostrar aos nossos filhos que eles são amados, ensinar-lhes que eles são valiosos e importantes como seres humanos. Na verdade, esta é uma das mais valiosas tarefas materna/paterna. Por isso, vamos sim usar a tecnologia, mas antes vamos prestar atenção aos nossos filhos e conviver com eles.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Sua hora chegou. Feliz Ano Novo!

Outro Ano. Renove a sua Esperança!
Foto by Lila Rosana
 
Estamos nos despedindo de mais um ano em nossas vidas e 2012 ficará para a história pessoal de cada um de nós. Quantas vivências, quantas experiências elaboradas ou não, mas cheias de significados.
 
Sobrevivemos, e agora?
 
Sobrevivemos a uma previsão de um fim absoluto do nosso reinado e estamos aqui para contar a história. Cá estamos para recriar a vida, para dar novo significado as coisas ao nosso redor, para olhar para as pessoas com um olhar menos exigente, estamos aqui para fazermos novos planos ou mesmo apenas para tentarmos cumprir os velhos. Mas sugiro que antes de olharmos para o futuro e de fazermos novos planos, possamos dedicar algum tempo para avaliar as oportunidades que tivemos e que deixamos passar, vamos olhar para as pessoas que deixamos de amar, para os filhos que deixamos de beijar, para o lixo que deixamos de reciclar.
 
Novo ano. Nova chance!
 
A vida nos dá mais uma oportunidade de vivê-la e cabe a cada um de nós decidir o que fazer com esta nova chance. Não sou eu quem digo essa frase, mas todos nos sabemos que a “única certeza que temos é que um dia deixaremos de existir nesse corpo, nessa forma humana”, mas vivemos como se esse dia nunca fosse chegar. Okay! Não estou tentando trazer um olhar triste para este momento festivo, mas apenas tentando refletir com cada um de vocês que não é possível planejar um futuro feliz, sem termos noção do que nos deixou infelizes no passado. Sem ao menos entendermos que cada um de nós faz parte desse todo maior e que cada ação individual é refletida no todo, e que além de tudo não temos a eternidade para realizarmos o que desejamos. O momento é agora!
 
Exercício de TPT
 
Você está onde você está na vida por causa de uma série de circunstâncias e escolhas pessoais. Existe um trabalho na psicologia que chamamos de “Terapia de Perspectiva do Tempo (TPT). Com ele, tentamos olhar para o  nosso passado e tentamos ter consciência de como chegamos onde estamos.
Se você desejar fazer um exercício da TPT, sugiro que esteja em um local silencioso e possa estar sozinho. Quando você se sentir relaxado, pense sobre as coisas que aconteceram ao longo do ano passado - no que diz respeito a relacionamentos, trabalho, hobbies e prazeres. Lembre-se dos momentos negativos, bem como dos positivos. Tente não buscar soluções ou justificativas sobre o que aconteceu ou sobre o que você fez. O que aconteceu - aconteceu.  Se você machucou alguém, faça uma promessa a si mesmo para fazer as pazes o mais breve possível. Se você fez algo que lhe deixou orgulhoso de si, acolha esse gesto e dê brilho a sua auto-estima.
 
O que fazer com o passado?
 
Após ter olhado para o passado, espero que você tenha encontrado aspectos positivos que lhe aconteceram. Mas se você percebeu que não houve nada para se alegrar sobre, acredito que você esteja em uma fase difícil e que precisa tomar consciência de algo fundamental: Perceber que a sua vida não é controlada por destinos fora da sua capacidade de alterar, modificar ou interferir. Você está no controle da sua vida e você poderá criar uma realidade melhor, um futuro melhor.
Todos nós, por vezes, ficamos deprimidos o que é perfeitamente normal e aceitável, pois este estado emocional (quando não duradouro) nos leva a inúmeras e valiosas reflexões. Mas não devemos ficar presos na nossa “própria miséria”. Mudar o foco e tomar as rédeas das nossas vidas é fundamental. Esperar que o príncipe encantado venha lhe salvar, ou que  a mulher dos seus sonhos bata a sua porta e esteja pronta para lhe amar sem lhe causar nenhum incômodo, ou que o bilhete premiado caia aos seus pés e lhe torne um milionário, vai demandar mais tempo de espera inútil e, com isso anos e anos passarão sem que nada especial aconteça na sua vida. As coisas especias acontecem sim, e você precisa não apenas acreditar nelas, mas fazê-las acontecer.  
 
Faça pequenas coisas, mas faça algo!
 
Depois que você fez um balanço de todas as coisas que você tem tido na vida e de como está lidando com elas - como a família, os amigos, a saúde, um teto sobre sua cabeça, o que comer, um emprego, etc. Comece a pensar no que você deseja para o novo ano. Lembre-se: Se você quer que algo mude na sua vida, VOCÊ terá que fazer algo!
 
Se você pensou sobre o seu ano passado e refletiu sobre o seu ano futuro e mesmo assim não sabe por onde começar a fazer alguma coisa diferente, ou que fazer para que algo diferente aconteça na vida de outras pessoas, então sugiro algumas pequenas e simples atividades que podem mudar as coisas ao seu redor. Experimente, não lhe custará muito tempo.
 
Tente compartilhar experiências com outras pessoas:
 
* Dê um passeio e cante uma canção enquanto você faz isso,
* Jogue um jogo qualquer com a família,
* Diga a um amigo o quanto é grato pela amizade,
 
*Faça um exercício físico
 
* Faça carinho em um animal ou em uma criança
* Vá para a natureza e admire a sua beleza
* Faça a alguém um elogio justificável
* Cozinhe a sua comida favorita para alguém e acolha os elogios
* Conclua um projeto simples que você começou
Indo um pouco além
 
Depois que você conseguiu fazer as pequenas coisas acimas citadas, vamos tentar partir para planos um pouco mais elaborados. Quando fazemos planos para o ano novo, ganhamos um senso de controle sobre nossos pensamentos - e nosso futuro. Seu plano para o próximo ano não tem de ser detalhado, ele pode ser geral. Você poderá começar  com os planos para o próximo mês ou dois. Aqui estão alguns exemplos:

• Trabalhe no sentido de melhorar as habilidades de comunicação, tanto em casa e no trabalho

• Faça um plano para entrar em contato com aqueles amigos ou familiares que estiveram uma vez perto de você, mas que por qualquer motivo se afastaram

• Se você gosta ou se interessa por, inicie o cultivo de um jardim de ervas ou simplesmente plante algo – cuide de outra vida

• Faça planos para visitar museus e outros espaços culturais

• Trabalhar para melhorar a sua saúde física, mental e emocional
. Leia livros que você gosta e enriqueça a sua vida
 
Seu futuro será brilhante. Acredite!
 
Ter um plano, mesmo que incompleto, para o próximo ano vai lhe dar metas para trabalhar, e uma maneira de se sentir melhor sobre si mesmo e sobre a sua vida.
 
Se você continuar fazendo o que sempre fez, continuará obtendo o que sempre teve. Se os velhos hábitos não lhe agradam mais, então é a hora de fazer algo e mudar tudo isso.
 
O novo ano é a sua nova chance, não a desperdice!

Desejo à todos nós um feliz Ano Novo!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Pais separados e a época do Natal


Como pais separados ou que nunca viveram juntos, administram estar com os filhos na noite de Natal?
 
Há quem não goste do Natal, mas convenhamos, a data pode fazer alguns pequenos milagres internos, principalmente em relações que foram despedaçadas no passado.
 
Já ouvi bonitas histórias de como os pais colocam todos os seus conflitos pro lado e se juntam apenas para o dia de Natal, com o objectivo de promover às crianças um momento de união como "uma família" mesmo que por um tempo curto.
 
É claro que dependendo de como foi a separação, as feridas podem ser profundas e dolorosas demais para uma reencenação do que era ou do que poderia ter sido, então estes momentos juntos precisam ser evitados.
 
Muitas variáveis entram em jogo para casais separados que têm filhos - aqui estão algumas:
 Nunca viveram juntos - Pai / mãe por perto, mas não regularmente
• viveram juntos - agora estão separados
• viveram juntos - agora estão divorciados
• Casados e agora, separados
• Divorciados - um dos parceiros com novo companheiro(a)
• Divorciados - ambos com novos parceiros
Às vezes, as "regras" de como vai ser o Natal ou com quem ficam as crianças na data, são regidas pelas influências dos outros familiares - não é incomum ouvir as palavras abaixo e versões infinitas destas questões:
 
• "Os meus pais (avós das crianças) esperam o ano todo para ver os netos no dia de Natal, não podemos mudar isso"
• "Você não pode estar com as crianças mais tempo do que eu. Ano passado você ficou com eles no Natal”
• "Sempre fizemos de Natal desta forma, por isso temos de continuar a fazer a mesma coisa este ano"
• "Você tinha as crianças no ano passado, é a minha vez este ano"
• "Eu não quero vê-los no Natal, é muito doloroso"
• "Minha namorada / namorado quer viajar no Natal, por isso não vou estar por perto este ano"
• "Eu não quero que as crianças participem de festas de Natal"
 
O que realmente poderia ajudar a criar a paz e a boa vontade nesta época? Aqui estão algumas pequenas idéias que podem facilitar a vida:
 
Pensem nas crianças primeiro
Pode ser que para as crianças não seja a melhor alternativa ter os pais separados na mesma sala no Natal. Eles podem sentir que estão fazendo o jogo da "família feliz". Se eles tem idade suficiente para expressar as idéias e emoções, verifique com eles o que acham da idéia. Faça isso com cuidado, pois seu objetivo não é magoar os seus filhos diante de um tema tão sensível.
 
Pode ser que a ideia de “revezar os pais” no Natal seja a melhor escolha para eles. Já escutei de muitas crianças e adolescente sobre as preferências de passar a noite de Natal em um lugar e o dia 25 em outro.
 
Caso não seja possível para você ver seus filhos na noite de Natal, lembre-se que sempre existem alternativas para isso, como o telefone ou outros recursos similares. Deixar de manter contato nesta época pode magoá-los. Pode ser que a data não signifique nada para você, mas e para eles?
 
Evite deixar a decisão nas mãos dos filhos, eles pode opinar, dar ideias, mas não são eles quem decidem como administrar este momento. Pois em geral os filhos vão tender a escolher/decidir de acordo não com os seus desejos, mas na maioria dos casos, de acordo com quem poderia se machucar mais. Eles farão tudo para você não sofrer.
 
Planos
Faça planos com antecedência, para que todos possam se acostumar com a ideia.
 
Caso a sua solução seja uma viagem, tenha alternativas extras, pois imprevistos acontecem e não seria legal ficar sem nada interessante para fazer, caso uma viagem não aconteça.
 
Envolva as crianças nas escolhas, mas não nos seus problemas e preocupações.
 
Presentes
Se as crianças têm idade suficiente para fazer uma lista de desejos de Natal – seria ideal poder compartilhá-la com o pai/mãe que não mora com ela.
 
Tente não competir nos presentes.  Escolher o melhor presente que o seu ex-companheiro(a) não a tornará uma mãe/pai melhor.
 
Evite promessas que não possam ser cumpridas, pois a decepção é resultado das expectativas.
 
Se você não convive diariamente com as crianças, procure saber sobre o que elas já possuem e do que precisam. Evite excessos desnecessários.  E lembre-se sempre: Presente não substitui amor, afeto, presença e amizade.