domingo, 18 de maio de 2014

Faça o que você ama e mude a sua vida

Foto: galeria pessoal
 
Nós vivemos dia após dia e raramente usamos o nosso tempo para pensarmos sobre a nossa vida. Dedicamos muita energia ao nosso trabalho e desejamos que através dele, consigamos ganhar e economizar dinheiro. É claro que o dinheiro tem a sua importância, e precisamos dele para nos mantermos em relação as nossas necessidades materiais. Mas a vida não significa apenas ganhar e economizar dinheiro, a vida é muito mais que isso.
 
Você tem vivido a sua vida com amor? Tem feito o que ama? Se você acorda e reclama do que vai fazer durante o dia, então provavelmente não está fazendo o que ama, está fazendo algo por necessidade, obrigação, mas não com amor. Seja ir para o trabalho ou cuidar de seus filhos em casa, se não tem amor, virará obrigação e peso.
 
Reflexões 
 
Você já parou para pensar quais são os seus valores na vida? O que é importante para você? Por qual motivo você vive? Quais são as suas prioridades? O que o deixa feliz? São perguntas simples, mas quando respondidas podem nos levar a reflexões, e quem sabe, a tomada de decisões e a novos rumos na vida.
 
Vamos pensar em algo bem lógico e simples: temos em média apenas 100 anos ou menos para vivermos essa vida, e um dia todos nós vamos morrer. Esse é o ciclo natural da vida. Acredito que todos já saibam. Então, antes que isso aconteça poderíamos pensar sobre o nosso atual estilo de vida e como estamos usando os nossos preciosos dias na terra.
 
Olhe para a sua vida. Olhe para dentro de si mesmo e analise que tipo de coisas você gostaria de mudar. O que o incomoda? O seu corpo? A sua saúde? A sua vida de um modo geral? O seu emprego? As suas atitudes? Seus pensamentos?
 
Talvez você tenha sonhos que colocou na gaveta e esteja esperando o “momento certo” para realizá-los. Porém, muitas vezes esquecemos algo importante: não sabemos nada sobre o futuro, e muito menos se teremos tempo suficiente para realizar tudo o que queremos. Então, a hora é agora!
 
Embora haja uma longa distância entre fazer planos para o futuro e tomar decisões sobre eles, muitas vezes é mais fácil manter os sonhos em nossa mente. Isso nos dá a ilusão de que eles estão por perto e que podem se realizar algum dia. Mas lembre-se: sem ação, os sonhos são apenas uma ilusão.
 
Pensando no “Aqui e Agora”
 
Aprendi através da filosofia budista, um simples, porém profundo exercicio de reflexão que você poderá fazer todos os dias antes de dormir. Ele tem o intuito de nos ajudar a pensar sobre como estamos vivendo atualmente, e o que podemos quem sabe, começar a mudar.
 
Aqui está: Antes de dormir pense que este foi seu último dia de vida e que pela manhã você não mais acordará. Diante desse pensamento, reflita sobre como foi seu último dia de vida. Você esteve feliz? Com raiva? Triste? Arrepende-se de algo que fez ou que não fez? Desejava ter mais tempo de vida para mudar algo? Queria ter dito ou feito coisas boas para alguém? O que gostaria de ter feito? Ou o que desejou não ter feito ou dito?  - Na manhã seguinte, ao acordar, lembre-se do que refletiu na noite anterior e perceba a sua nova chance que a vida está lhe dando. Aja! 
 
Na primeira vez que você fizer esse exercício, provavelmente você sentirá uma leve angustia, pois pensar na morte e no morrer ainda é um tabu para todos nós. Desejamos colocar essa idéia para o mais longe possível de nossos pensamentos, e não trazê-la para nossas reflexões diárias. Isso é natural, pois esse tipo de reflexão ainda não faz parte da nossa cultura.
 
Polaridades
 
Falando sobre o agir e o existir; o morrer e o viver. Convido você a pensar na polaridade na qual o universo é sustentado. Temos o dia e a noite, a água e o fogo, o mar e o deserto, o céu e a terra, a vida e a morte e assim por diante. Nada é uma coisa só, tudo tem o seu oposto que o ajuda a manter o equilibrio. O estado unilateral é um estado patológico, que precisa do seu oposto para tornar-se equilibrado e sadio. Por exemplo, ninguém é feliz ou triste o tempo inteiro. Isso nos dá a tranquilidade de pensarmos que tudo tem uma finitude. Quando nos apropriamos desta informação, temos força para suportar a dor, e serenidade para valorizar os momentos felizes.
 
Então, não encare “o pensar sobre o viver e o morrer” como algo fúnebre ou sem sentido, apenas tome consciência de que para vivermos plenamente, precisamos nos apropiar da nossa finitude, pois muitas vezes agimos como se tivéssemos a certeza da existência do amanhã, e não temos.
 
Não desperdice a sua vida fazendo o que não ama, e nunca perca de vista os seus sonhos. Traga-os para perto de você, coloque-os em prática. Faça da sua vida algo absolutamente brilhante.
 
Independente das suas crenças, tenha sempre consciência que nesse corpo, com essas pessoas e nesse estilo de vida, só se vive uma vez. Essa sua existência, nesse formato, é única. Torne-a especial!

domingo, 11 de maio de 2014

Quando nos tornamos mães!

 
 
Existe uma grande transformação na mulher quando ela se torna mãe. No começo, somos únicas e independentes, responsáveis apenas por nós mesmas e com pensamentos exclusivistas.
 
Independentes de termos amigos, parentes ou pessoas convivendo conosco, essas não dependem de nós da maneira que um filho dependerá. A maternidade nos traz a consciência da extensão da nossa existência. É como se passássemos a existir, também, em um outro corpo.  Isso pode ser percebido por algumas mulheres como algo lindo e encantador, e por outras como algo estranho e assustador.
 
Provavelmente você já deve ter conhecido no mínimo uma mulher que tem medo, ou não tem vontade, ou mesmo interesse na maternidade. Assim como, já deve ter conhecido outras que sonham em ser mães desde a mais nova idade.  O que desperta o interesse em algumas e o medo em outras?
Cada experiência é única, e não deve ser esteriotipada. Porém, o desejo ou não de ser mãe pode ter uma relação direta com a mãe que você teve e com a sua experiência enquanto filha.
 
A força feminina
 
Nós mulheres somos dotadas de uma força especial, única e de um poder que nos proporciona “formar ou deformar a vida emocional de nossos filhos” (Alice Miller).
 
A primeira experiência interpessoal de todo ser humano é com a mãe. Somos gerados dentro de um útero materno, e somos nutridos não apenas pelo alimento orgânico que vem através da mãe, mas também pela nutrição emocional.
 
Pesquisas com mães e filhos durante o período gestacional comprovam que o feto, a partir do terceiro mês, já consegue absorver muito da emoção materna. Quando estamos ainda dentro do ventre e no nosso processo de formação humana,  já estamos conectados emocionalmente com esse ser feminino que nos dá a vida: a mulher, a mãe.
 
Perceba que desde o inicio de nossas vidas já estamos sendo influenciados pela figura feminina.  Já absorvemos muito dessa essência, e levaremos essa experiência conosco durante a nossa jornada pessoal.
 
O Nascimento de uma Mãe
 
Quando estava grávida de meu filho eu imaginava que já tinha  consciência da maternidade, sobre o “ser mãe”, pois afinal minha barriga crescia a cada semana, meu corpo mudava a cada mês, e eu sabia que em alguns meses um novo ser faria parte da minha vida. Porém, na verdade, eu pude perceber que a mãe que havia dentro de mim nasceu quando ele nasceu.  Com isso, costumo dizer que no momento em que nasce um filho, nasce também uma mãe. Nós somos iniciados no mesmo dia nessa jornada que se chama relação entre “mãe e filhos”.
 
Quando tudo começa
 
Nós seres humanos temos o dom de dar continuidade a ciclos. Passamos adiante o que aprendemos; perpetuamos hábitos e  geramos experiências através deles.
 
Com o nascimento de nossos filhos começa a nossa jornada como mãe e a deles, como filhos. É uma dança, cheia de altos e baixos, permeada por medos, felicidades, inseguranças e certezas.  O que tornará, saudável ou não, a nossa relação com nossos filhos, são os nossos registros emocionais e como os elaboramos dentro de nós, das nossas experiências enquanto filhos.
 
No momento em que acessamos a criança que fomos e a colocamos em contato com o adulto que nos tornamos, poderemos perceber onde estão os nossos medos, angústias, felicidade e impulsos reprimidos que inevitavelmente irão se manifestar algum dia, e muitas vezes através da maternidade.
 
O nosso inconsciente é sábio, e ele libera para o nosso consciente toda informação armazenada que precisa ser elaborada para que nos tornemos um ser humano melhor.
 
A “culpa” não é apenas de nossas mães
 
Tem uma historia que o autor Irvin D. Yalom menciona em um de seus livros, que exemplificará o que pretendo dizer à vocês.  Ela será contada com as minhas palavras e não as do autor, mas a ideia é a mesma:
 
‘Dois filhos de uma mesma mãe se tornaram pessoas totalmente diferentes quando adultos.  Um deles se tornou um empresário de sucesso, tinha uma família feliz e costumava ajudar as pessoas. O outro se tornou um criminoso, nunca casou ou mesmo teve filhos, e as coisas que fazia eram sempre para prejudicar outras pessoas. Ao serem questionados sobre seus estilos de vida, as respostas dos dois foi a mesma: “Sou assim devido a mãe que tive!” ’.
 
Podemos fazer diferente
 
“Cada pessoa que conhecemos está passando por uma batalha pessoal que nós não sabemos muita coisa ou nada a respeito, então sejamos generosos sempre” - Ian Maclaren.
Hoje temos mais informações do que os nossos pais tiveram, então temos a obrigação de sermos melhores do que eles conseguiram ser, assim como nossos filhos terão mais informações do que temos, e eles provavelmente serão melhores do que nós somos hoje. Esse é um ciclo de sabedoria que se for colocado em prática gerará bons frutos a humanidade.
 
Repetir os mesmos “erros” que nossos pais cometeram não contribuirá em nada para a evolução da espécie. A velha frase: “Eu cresci apanhando, então acho certo educar dando palmadas” é um bom exemplo da repetição equivocada.
 
Temos em nossas mãos a chance de mudar o mundo, e podemos fazer isso com muito amor e sabedoria. Usando a nossa experiência do passado como referência do que devemos ou não fazer, vai nos ajudar a fazer escolhas corretas e sensatas em tudo na vida.
 
Feliz dia das Mães para todas as mulheres que são mães ou que ainda irão ser!

terça-feira, 22 de abril de 2014

"BookCrossing Blogueiro 2014"

Foto retirada do Blog "Luz de Luma, yes party!"
 
 
"O BookCrossing Blogueiro foi inspirado no BookCrossing - um movimento que acontece fora do mundo virtual – e nada mais é do que o acto de “libertar” um livro com a finalidade de difundir o hábito da leitura. E nós que adoramos ler, sabemos que um livro fechado na estante tem o mesmo valor de páginas em branco. Para valer, ele precisa ser usado e apreciado!"

Segundo as palavras da criadora do evento no Brasil, Luma Rosa
 
 
 



Desta vez eu vou libertar:
 
 
 
Usarei o selo abaixo colado na contracapa do livro:
 
 

sábado, 19 de abril de 2014

A maldade humana - O caso do menino Bernardo

Foto retiradada internet
 
A morte do menino Bernardo Uglione Boldrini de 11 anos, tem me deixado reflexiva sobre as motivações humanas para a prática do mal. Tenho pensado em como nós seres humanos sofremos mutações ao longo dos anos. Mudamos a nossa essência primitiva e nos fragmentamos em diferentes e multiplas formas de ser, umas boas e outras nem tanto. Vou me deter a falar sobre o que poderia nos motivar a praticar o mal, a parte “ruim” que habita dentro de nós.
 
O nosso senso de certo e errado.
 
Sabemos que a nossa capacidade humana de distinguir o que é certo e errado é algo que pode ser aprendido e desenvolvido; porém os mais recentes estudos no cérebro, revelaram que o comportamento humano e a noção sobre o que é certo e errado, já nasce com a gente; ou seja, a espécie humana sofreu uma mutação natural e já vem com as informações sobre o senso moral no DNA. Contudo, não podemos deixar de considerar que o meio cultural em que estamos inseridos tem uma enorme influência sobre o nosso comportamento e decisões; assim não devemos confundir a nossa capacidade inata de distinguir o certo e o errado, com a decisão que tomamos de agir correta ou incorretamente. Então já que nascemos com o sendo moral de certo e errado, por que algumas pessoas decidem praticar o mal em detrimento do bem?
 
A ausência do bem pode estimular a prática do mal?
 
“O mal é a ausência do bem”. Essa frase sempre ecoou em minha mente, e já foi base de muitas conversas inteligentes em grupos de estudos.  Então supostamente a prática do mal acontece porque não exercemos a nossa nata capacidade de senso moral, do certo e errado? De uma maneira simples pode-se dizer que sim, mas a questão pode ser melhor aprofundada no momento em que paramos para pensar sobre as escolhas que fazemos. Quando decidimos fazer o bem, estamos escolhendo um caminho em detrimento do outro, e o contrário é verdadeiro. Voltando ao caso do pequeno Bernardo, os seus assassinos claramente escolheram fazer o mal àquela criança, e abriram mão da escolha de praticar o bem a ela, recusando de dar carinho, atenção e amor; ações básicas e necessárias para o desenvolvimento saudável de uma criança. O que poderia ter levado aqueles pais a escolher a má ação? Provavelmente seus interesses egocêntricos; a necessidade de atender unicamente a si mesmo foi o que importou. Pessoas extremamente individualistas focam apenas em si; perderam o que eu chamo de “estar consciente do outro e de si na vida”.
 
A presença da consciência faz a diferença em nossas ações.
 
Antes de tudo é importante ressaltar a diferença entre estar consciente e ser consciente. O primeiro faz uso da razão; é a nossa capacidade de pensar e entender o que vivemos ou pensamos. O segundo é uma maneira de ser, de estar no mundo; está relacionado a maneira como levamos a vida, e principalmente é a nossa maneira de estabelecer vínculos com as outras pessoas. Gosto de um termo que aprendi ainda na universidade: “A consciência transita entre a razão e a sensibilidade”. Então poderíamos dizer que a prática do mal é também a ausência da consciência? É claro que em apenas uma palavra não é possível explicar essa cruel, profunda e intrigante manifestação do ser humano; mas posso sim dizer que a ausência dela não gera bons frutos, pois o contrário, o estar consciente nos permite cuidar e amar os outros seres.
 
Mente doentia, a psicopatia.
 
Os casos de crimes frios e premeditados como o do menino Bernardo, me faz lembrar das perturbadas mentes psicopatas, as quais são destituídas de consciência. Na Classificação Internacional de Doenças, a psicopatia é denominada de “Transtorno de Personalidade Dissocial”, e como o nome diz, indivíduos com transtono dissocial apresentam dificuldade para conviver em sociedade, pois o que prevalece são seus interesses individuais. Os psicopatas são incapazes de estabelcer vínculos verdadeiros e de se colocar no lugar do outro, e seus crimes são calculistas e visam o seu o seu próprio benefício.  Para mim, os assassinos de Bernardo são genuínos psicopatas; que agiram com crueldade e sem compaixão, ou mesmo culpa ou remorso por terem ceifado a vida de uma criança.
 
Eles estavam conscientes de seus atos, pois a psicopatia não é um estado de loucura, que deixa o indivíduo fora de si e perdido em meio a crises mentais e emocionais; eles, como todo bom psicopata, usaram a inteligência para enganar e tirar do caminho quem os incomodava.
 
O estar consciênte não impede que uma pessoa pratique o mal, ela pode ter consciência do que faz e aceitar isso como uma ação necessária e digna de ser manifestada. O ser consciente sim, nós impede por exemplo de bater num filho em um estado de estresse ou raiva; nos impede de agredir alguém fisica ou verbalmente quando discordamos do que ela diz ou faz. O ser consciente nos coloca no lugar onde devemos estar, o de “Ser Humano”.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Você sofre de Nomofobia?

nomofobia
Foto retirada da internet
 
Hoje considerada a maior fobia no mundo, a “Nomophobia" é o medo de ficar sem o seu celular e afeta uma grande parte da população mundial.  Ela não escolhe idade e nem sexo, mas é possível ver que os mais jovens são os mais acometidos pela doença.

Estatisticas

O termo é uma abreviação para "não-mobile-fone-fobia".  Pode parecer um estranho medo, ou mesmo um exagero ser considerado esse “simples costume” uma fobia, mas a ansiedade envolta em medo que permeia a doença, torna-a uma das mais frequentes e sutis fobia no mundo atual. Severa porque 66% da população mundial tem apresentado os sintomas (dados revelados através de um estudo feito pela SecurEnvoy – empresa que autenticou e implementou as mensagens de texto via celulares), e sutil porque muitos não admitem ter os sintomas, identificando-os apenas como “uma necessidade de comunicação”.

Andy Kemshall,  co- fundador da SecurEnvoy,  disse: "O primeiro estudo da Nomofobia foi realizado há quatro anos e revelou que 53% das pessoas sofreram com a condição. O mais recente estudo revelou que a média subiu para 66%  e não mostra nenhum sinal de diminuir”.

Sobre o medo

É importante ressaltar que no meio médico e de saúde mental, definimos a fobia como um " medo irracional " que vem com uma enorma carga de ansiedade. Fundamentada nessa definição, sugiro que pensemos na ansiedade que frequentemente os nomofóbicos são acometidos quando estão sem seus celulares.  É claro que num mundo onde todos estão conectados, sentir ansiedade por estar “desconectado” pode ser algo compreensível, mas não natural.

Sintomas

Caso você queira saber se está na zona de risco da nomofobia ou mesmo já esta dentro da doença, sugiro que fique atento aos seguinte sinais:
  • Checar o telefone mais de 30 vezes ao dia;
  • Estar sempre com o celular perto de você,
  • Levar o aparelho ao banheiro com você,
  • Nunca desligar o telefone;
  • Ter medo de perder o aparelho ou de ficar sem bateria ou mesmo
  • Estar sempre carregando a bateria com medo de ficar com o aparelho desligado;
  • Ter obsessiva verificação de chamadas perdidas, e-mails e mensagens de textos,
  • Checar mensagens no meio da noite,
  • Acordar com o telefone nas mãos.
A cura para a nomophobia.  Existe algum app para isso?

A frase é de uma amiga nomofóbica (que me autorizou publicar a mesma neste texto) Ela brincando com a própria situação chegou para mim e me disse: “Lila descobri que sou nomophobia, agora só preciso descobrir se existe algum app para me livrar disso.”
Se você deseja ter uma relação saudável com seu smartphone e livrar-se de um estado de ansiedade permanente, então sugiro que você siga as seguintes dicas:
  • Desligue seu telefone todas as noites;
  • Coloque-o em outro comôdo (não vale deixar embaixo do travesseiro);
  • Durante o dia, não o mantenha proximo de você. Deixe-o na bolsa/pasta/mochila ou em algum lugar distante de você.  Assim, você diminuirá o impulso de checá-lo a cada segundo.
  • Estabeleça determinados horários para checá-lo, por exemplo: no seu horário de almoço, no seu intervalo para um café ou uma hora antes de qualquer compromisso que você tenha marcado.
  • Evite levá-lo com você para todos os comôdos da casa. Lembre-se: seu telefone não é uma extensão do seu corpo, então ele não precisa estar acoplado a você.
  • Em encontros presenciais com amigos, familiares ou mesmo amorosos, desligue seu celular. Lembre-se que a pessoa que está na sua frente é mais importante que seu telefone. Não vale colocar no vibercall, pois se ele vibrar, a sua nomofobia irá impulsionar você a dar uma olhadinha nele.
  • Evite direcionar todas as suas mensagens para o seu celular, tipo as de e-mail, do facebook ou de outras redes de comunicação. Caso seja impossível, discipline seus amigos fazendo-os entender que não é porque eles lhe mandaram uma mensagem, que você terá que respondê-la imediatamente. Tenha seu tempo, não o deles. Então seja firme no fato de estabelecer horário para checar o seu celular.
  • Aprenda a diferenciar o que é urgente do que é apenas um vício, não apenas seu, mas de seus amigos também. Existem pessoas que pela atual facilidade tecnológica, vivem mandando msn de texto e esperam que você faça o mesmo. Não cai nessa armadilha. Seu tempo é precioso e saiba usá-lo com inteligência.
  • Entenda que no começo será mais difícil seguir as dicas acima, mas persista e perceberá que seu estado de ansiedade diminuirá e você se sentirá com mais tempo livre e menos angustiada.
Existe muito mais para ser falado sobre o tema, mas deixarei para futuras postagens.