terça-feira, 19 de outubro de 2010

Autismo e seus sintomas


Existe muita pesquisa sobre o autismo na América do norte e uma delas chamou a minha atenção. Ela fala que nos lugares frios e úmidos existe um maior número de crianças com autismo. A pesquisa tem tentado identificar a real consequência do frio no desenvolvimento psiconeurológico de crianças menores de três anos.

O que é o autismo? É uma alteração no cérebro que compromete o desenvolvimento da criança, afetando a sua capacidade de se comunicar, compreender e falar, assim como o seu convívio social. Os sintomas aparecem antes dos três anos, podendo ser identificado a partir dos 6 meses de vida.

Se o seu filho for diagnosticado com autismo, a intervenção precoce é fundamental para que você possa tirar o máximo proveito de todas as terapias existentes.

Fique atento aos seguintes sintomas que conforme a ASA ( Autism Society of American) aparecem nos primeiros anos de vida da criança.

1. Dificuldade de relacionamento com outras crianças
2. Riso inapropriado
3. Pouco ou nenhum contato visual
4. Não quer ser tocado
5. Isolamento, modos arredios
6. Girar objetos
7. Cheira ou lambe os brinquedos, Inapropriada fixação em objetos
8. Perceptível hiperatividade ou extrema inatividade
9. Ausência de resposta aos métodos normais de ensino
10. Aparente insensibilidade à dor
11. Acessos de raiva - demonstram extrema aflição sem razão aparente
12. Poses bizarras (fixar objeto ficando de cócoras; colocar-se de pé numa perna só; impedir a passagem por uma porta, somente liberando-a após toca-la de uma determina maneira)
13. Ecolalia (repete palavras ou frases em lugar da linguagem normal)
14. Insistência em repetição, resistência à mudança de rotina
15. Age como se estivesse surdo
16. Dificuldade de comunicação para expressar necessidades - usa gesticular e apontar no lugar de palavras
17. Não tem real noção do perigo
18. Irregular habilidade motora - pode não querer chutar uma bola, mas pode arrumar blocos


Visite:

Fontes de apoio: Autism Speaks Canadá e Autism Society of American

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Pais e Filhos: Mundos diferentes, relacionamento possível.



Temos a constante preocupação em educar os nossos filhos. Queremos que eles sejam respeitosos, disciplinados, honestos, etc. Usamos todos os recursos que temos para tornar esta missão mais eficaz. Colocamos em bons colégios, nos preocupamos com a qualidade de lazer e alimentação. Tentamos proporcionar um lar aconchegante. Bem, pelo menos é assim que deveria ser. Porém, esquecemos de algo muito importante e talvez fundamental neste sucesso educacional. Esquecemos que somos diferentes, que temos opiniões, idéias e sentimentos diferentes. Tudo isso, porque pertencemos a outra geração, é claro!

Antes as gerações se distanciavam de dez em dez anos, agora são de cinco em cinco anos. No mundo tudo muda rapidamente, tudo se move e renova como numa dança frenética. Precisamos acompanhar este ritmo. Não falo de nos tornarmos pais modernos a ponto de deixarmos de lado valores importantes, ou de permitir situações que colocam os nossos filhos em risco. Falo de estarmos atentos para as idéias, sentimentos e opiniões deles.

O que acontece no mundo desses pequenos que é novo para nós? Como podemos pensar em educar crianças e jovens sem saber quais são as suas idéias e opiniões a respeito das situações que surgem? Essa nova perspectiva de educação pode nos levar a infinitas possibilidades de diálogos.

Você já conversou com o seu filho hoje? Ou apenas perguntou se ele já fez o dever de casa?
Todo mundo sabe que queremos apenas o melhor para eles. Mas será que realmente sabemos o que é o melhor? Ou pensamos que sabemos? Imagino que o melhor para qualquer família é poder ter espaço para expor e conversar sobre opiniões, vontades, experiências, dúvidas. Ser compreendido e respeitado.

Não vivemos no mesmo mundo dos nossos filhos. Podemos ter passado por situações parecidas, mas cada um tem seu próprio mundo. Nós não vamos para a escola com eles, não convivemos com seus amigos, e não temos acesso aos seus diálogos em grupo.
Então, experimente compartilhar o seu mundo com eles e adentrar a esse universo jovial. Será uma grande experiência!

domingo, 26 de setembro de 2010

O que você faria se alguém batesse nos seus filhos? E se esse alguém fosse você?



(Frases da imagem: "Abuso é Real" - "Essa imagens ofendem você?" - "Você já viu o suficiente?" - "Não há desculpas para o abuso" - "Você vai ajudar?" - "Quantas crianças irão sofrer antes de todos nós fazermos a nossa parte?" - "Você vai fazer de conta que não viu?" - "Por favor ajude!")


Uma história contada pela escritora americana Astrid Lindgren, ilustra de maneira afetiva a irracionalidade do castigo físico e de como ele é visto pelos olhos de uma criança. "Certa vez, uma senhora contou que quando era jovem não acreditava no castigo físico como uma forma adequada de educar uma criança, apesar do pensamento comum da época incentivar o uso de um fino galho de árvore para corrigir a criança. Um dia, o seu filho de 5 anos fez alguma coisa que ela considerou muito errada e, pela primeira vez, sentiu que deveria dar-lhe um castigo físico. Ela disse para ele que fosse até o quintal de sua casa e encontrasse uma varinha de árvore e trouxesse para que ela pudesse aplicar-lhe a punição. O menino ficou um longo tempo fora de casa e quando voltou estava chorando e disse para a mãe: Mãezinha, eu não consegui achar uma varinha, mas achei uma pedra que você pode jogar em mim. Imediatamente a mãe entendeu como a situação é sentido do ponto de vista de uma criança: Se minha mãe quer bater em mim, não faz diferença como e com o quê; ela pode até fazê-lo com uma pedra. A mãe pegou seu filho no colo e ambos choraram abraçados. Ela colocou aquela pedra em sua cozinha para lembrar sempre: Nunca use violência!".

O título deste post é uma tentativa de reflexão para nós pais e cuidadores: Por que ficamos furiosos quando outra pessoa destrata os nossos filhos? E porque não nos importamos quando somos nós mesmos que o fazemos? Por que somos os pais? Essa condição nos dá o direito de abusar de nossos filhos?

Sabemos que a punição física é uma prática "educativa" que sempre foi muito utilizada por pais. Ela começa com a velha e "inocente" palmada e facilmente se tornar um abuso físico. Os pais que batem, acreditam estar corrigindo o comportamento da criança ou adolescente. A grande questão é que bater não educa, apenas gera revolta, medo, tristeza... Como não educa, o comportamento que queríamos "eliminar" nos nossos filhos se repete e, a cada nova tentativa de "educar batendo" você vai precisar agregar mais força, gritos, chantagens, etc para que algo aconteça. Essa é a receita da agressão!

Uma observação importante: No processo de aprendizagem, a repetição é fundamental. Por isso, nossos filhos repetem muitos comportamentos até que eles tenham a certeza de tê-los apreendido.
Exemplo: Uma criança ao beber água, derruba na roupa. Você diz à ela: Tome cuidado ao beber água para não se molhar. Na próxima vez que ela beber água, provavelmente vai se molhar novamente e você precisará repetir a informação. Isso poderá acontecer várias vezes e a cada vez que acontecer você vai precisar dar a mesma informação. Faça isso pacientemente! Não terá nenhum resultado no processo de educação se você gritar ao dizer: "Eu já falei para você tomar cuidado ao beber água e não se molhar, seu idiota!"

Cuidado! Num suposto misto de raiva e ou medo de não ser respeitada e ou desejo de disciplinar, você pode se tornar um(a) abusador(a) de seus próprios filhos.
Não perca o controle com os seus filhos!


 

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

domingo, 5 de setembro de 2010

Uma pausa para a diversão. Que tal tirar fotos?


Crianças e adolescentes adoram diversão e nós adultos adoramos tirar fotos deles, não é? Por isso estou postando algo diferente desta vez, só para descontrair a garotada e dar uma folga para os pais neste feriadão.

Lembram daquelas cabines de tirar fotos automáticas? Bem, criaram uma versão online bem divertida! O site chama La Photo Cabine e para usá-lo basta ter uma webcam e acessar o site http://www.laphotocabine.com/


Você "entra" na cabine, escuta as instruções de uma moça como se fosse em uma cabine de verdade. Ela fala francês, mas é tudo bem fácil de usar.
 Clic na setinha amarela para "entrar" na cabine.

 
Agora é só se posicionar em frente a câmera, acertar o enquadramento, apertar o botão vermelho e pronto! Você irá ouvir quatro "flashes" e logo em seguida suas fotinhos saem pela maquina.
É muito legal! Faça poses a vontade.

Você pode escolher fotos coloridas ou em preto e branco. Pode colocar as fotos todas na vertical ou assim, arrumadas na forma de um retângulo. O meu pequeno achou muito divertido e não queria mais parar...
Boas Fotos! Lila